sábado, 7 de maio de 2011

SENHOR (a) DO NADA

Senhor do nada
É no abismo da solidão a qual pertenço
Que continuo com meu culto profano
Transformando toda minha solidão em odio
Todo meu odio em sofrimento alheio

É na escuridão a onde eu pertenço
Que estão as cinzas da Fenix
Esperarei paciente por seu renascimento
Daqui ve-la ei nascer e morrer novamente

Serei senhora das trevas
A rainha do nada
Entregue ao luto eterno
Esse é o preço que pago
Pelo inferno que tenho feito

Observo-te
E todo passo que tu deres sera em vão
Já que o caminho que segues leva a lugar nenhum
E agora em vão tenta fugir dos demonios que te perseguem
Veras como é estar só com seus medos
E eu te darei a pedra que ira tropeçar
E  sentiras  a falta da mao estendida em seu auxilio
Estara só ,como sempre  no mundo que criaste


E  a solidão será esta sua companhia mais fiel,apenas ela 

a  SOLIDÃO

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